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Recuo nas calçadas para contêineres do Saae será feito com emenda do deputado estadual Ezequiel Neiva

R$ 300 mil vão contribuir na liberação das vias para que contêineres não atrapalhem o trânsito

 

O projeto que vai gerar economia de vários milhões para o Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) com a abolição das lixeiras na frente das casas, além de eliminar o mal cheiro e agilizar a coleta de lixo por meio da conteinerização do município, agora recebeu mais um aporte importante. Serão R$ 300 mil de emenda parlamentar do deputado estadual Ezequiel Neiva para construir os recuos nas calçadas a fim de liberar a via e evitar que os contêineres atrapalhem o trânsito.

“Os 1.500 contêineres que vão ser instalados na cidade agora poderão contar com um recuo nas calçadas para que seja menor o impacto desse novo serviço no trânsito da cidade. Esse é um projeto revolucionário que vai deixar Vilhena ainda mais limpa e organizada, como seus moradores exigem, de fato. É um prazer apoiar essa iniciativa”, explica Ezequiel.

A garantia do recurso foi feita pelo deputado nesta semana em visita ao Saae, durante reunião com o diretor da autarquia, Maciel Wobeto. “O projeto deverá ser licitado em breve e vamos poder entregar esse novo sistema de coleta de lixo em breve para a cidade. O recurso é federal e também conta com o apoio do senador Marcos Rogério. Estou feliz em ver Vilhena se destacar com projetos de vanguarda no saneamento, coleta seletiva e destinação de resíduos”, comenta Maciel.

Garantido pela articulação em Brasília do prefeito Eduardo Japonês e pela equipe técnica composta pelo diretor do Saae, Maciel Wobeto, o diretor-adjunto Paulo Lima Coelho e a diretora de planejamento Sueli Magalhães, o projeto foi empenhado e conveniado em R$ 3,8 milhões para instalar 1.500 contêineres na cidade que serão recolhidos por caminhões especiais.

“Cada contêiner estará a aproximadamente 100 metros de cada residência. São recipientes com capacidade para 1 tonelada e totalmente vedados. Em cada ponto haverá três deles, um para resíduos secos recicláveis, outro para resíduos compostáveis e outro para rejeitos diversos. A coleta será toda mecânica e vai diminuir em 80% os custos com mão-de-obra no trabalho”, explica Maciel.

Hoje o Saae gasta quase R$ 1 milhão por mês com a destinação de resíduos para o aterro sanitário. A separação dos resíduos (lixo) deverá reduzir esse número significativamente, com previsão para iniciar em junho de 2020.

“Atualmente há aproximadamente 60 pessoas trabalhando na reciclagem de cerca de 70 toneladas de resíduos por mês. É pouquíssimo, pois isso representa apenas 5% do total. Com a implantação dos contêineres queremos aumentar esse percentual para mais de 40% e isso deve gerar 270 empregos adicionais para lidar com a reciclagem e compostagem desse material todo que já virá separado”, conta Paulo Lima.

A SEPARAÇÃO – Cada morador deverá, então, separar dentro de casa os resíduos a serem depositados nos contêineres. No contêiner de resíduos secos recicláveis devem ser deixados papel, plástico, vidro e metais em geral. O contêiner de resíduos compostáveis orgânicos receberá cascas de frutas, verduras, ovos, pó de café usados (incluindo filtros), restos de chás (incluindo saquinhos), ervas de chimarrão/tereré, e semelhantes. No último contêiner vão rejeitos como lixo do banheiro, lenços e fraldas descartáveis, restos de varrição de casa, alimentos e papeis engordurados, bitucas de cigarro e semelhantes.

 

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